Res. CFM 2.464/2026 · NT ANVISA 29/2024 · Em vigor

O CFM liberou o PRP.
O sarrafo técnico subiu.

Quatro terapias deixaram de ser experimentais. Mas a norma que veio junto exige protocolo escrito por indicação, kit regularizado na ANVISA, TCLE específico e rastreabilidade completa. A maioria das clínicas ainda não tem nenhum dos quatro.

4
indicações autorizadas
pelo CFM
Protocolo escrito, kit ANVISA e TCLE por indicação são obrigação — não diferencial
60 dias
Do diagnóstico ao dossiê que prova conformidade
2 reuniões
Call ou presencial · implantação real
6 docs
Entregáveis formais por indicação
20 anos
No setor médico-hospitalar · operador, não teórico
Res. CFM 2.464/2026 + NT ANVISA 29/2024 — o que mudou de verdade

4 indicações autorizadas: osteoartrite de joelho · discopatia lombar · epicondilite lateral · reparo meniscal. O que a norma exige e a maioria das clínicas ainda não tem: kit regularizado na ANVISA para reinjeção (não tubo laboratorial genérico) · protocolo clínico escrito por indicação · TCLE específico por indicação com limitações científicas reais · rastreabilidade de lote em prontuário. Para discopatia lombar: ambiente hospitalar ou hospital-dia + orientação por imagem + RQE específico. Vedado em qualquer indicação: mistura de PRP com células-tronco, gordura ou medicamentos fora de pesquisa aprovada por CEP.

O que acontece na prática

A liberação criou obrigação
onde havia risco compartilhado.

Antes da Res. 2.464/2026, o médico assinava o consentimento experimental e o risco era dividido com o paciente. Agora o PRP é ato médico regulamentado. A clínica precisa provar que seguiu os critérios — e a maioria não consegue.

01

O kit ainda é o tubo de laboratório sem indicação de PRP para reinjeção

A NT ANVISA 29/2024 é clara: materiais que entram em contato com o sangue devem ser regularizados na ANVISA para a finalidade de uso. Tubo laboratorial genérico não tem essa indicação. É o insumo mais barato e o mais usado — e o que cria a maior exposição sanitária.

Em auditoria da Vigilância Sanitária: interdição imediata do serviço por uso de insumo não regularizado para a finalidade.
02

Um TCLE para todas as terapias — e nenhum atende à norma

A norma exige TCLE específico por indicação, com benefícios esperados baseados em evidências reais, limitações científicas, riscos e alternativas terapêuticas. O consentimento genérico que a maioria usa não menciona indicação, não tem limitação científica, não lista alternativas. Não protege ninguém.

Em processo ético no CRM: o TCLE genérico não serve como defesa. O CRM avalia se o médico informou adequadamente o paciente sobre os limites da terapia.
03

Protocolo verbal e zero rastreabilidade de lote

A NT ANVISA 29/2024 exige protocolo escrito com parâmetros de centrifugação, volume de sangue, tempo de espera, e registro de todas as etapas com rastreabilidade. O que acontece na maioria das clínicas: o protocolo está na cabeça do médico, o lote do kit não é registrado, o prontuário não tem rastro do processamento.

Em processo civil ou perda de credenciamento hospitalar: sem rastreabilidade, não há como investigar evento adverso. A responsabilidade recai inteiramente sobre o médico sem possibilidade de defesa técnica.

A mudança que o médico não percebeu: antes da norma, o consentimento experimental protegia porque o risco era explicitamente compartilhado. Agora o PRP é procedimento regulamentado — e a responsabilidade de provar conformidade técnica é inteiramente da clínica. O processo ético, civil, sanitário ou a perda de credenciamento hospitalar não exigem fiscalização prévia. Bastam os fatos documentados — ou a falta deles.

CFM Res. 2.464/2026 + NT ANVISA 29/2024

O que a norma exige.
O que a maioria ainda não tem.

A regulamentação formalizou obrigações que existiam apenas como recomendação. Clínica sem esses documentos não está apenas vulnerável — está em desconformidade com a norma vigente.

O que a norma exige

  • Kit regularizado na ANVISA com indicação expressa de reinjeção autóloga
  • Protocolo operacional escrito e datado por indicação clínica
  • TCLE específico por indicação — não genérico
  • Rastreabilidade completa em prontuário
  • Avaliação clínica documentada antes de cada procedimento
  • Coluna vertebral: ambiente hospitalar, imagem e RQE específico

O que a norma proíbe

  • Prometer cura, resultado garantido ou substituição de cirurgia indicada — em qualquer canal de comunicação
  • Misturar PRP com células-tronco, gordura microfragmentada ou medicamentos fora de pesquisa aprovada por CEP
  • Usar material alogênico, heterólogo ou de origem não rastreável
  • Aplicar em paciente com infecção ativa, neoplasia ativa ou coagulopatia não corrigida sem documentação de avaliação prévia
  • Delegar o procedimento a profissional não habilitado — PRP é ato médico exclusivo
  • Emprestar CRM para validar procedimentos realizados por terceiros
Por que a NT ANVISA 29/2024 importa: ela não é uma resolução com força de lei direta, mas é a referência técnica que a Vigilância Sanitária usa para fiscalizar e interditar. Em caso de autuação ou investigação, a clínica que não segue as diretrizes da NT não tem amparo técnico. É o documento que define o que "boas práticas" significa para o PRP no Brasil hoje.
O Método CRS

Caminho Regenerativo Seguro.
Estrutura que prova conformidade.

Não ensinamos técnica clínica. O médico já sabe fazer o procedimento. Estruturamos o que precisa existir em volta do que ele faz para que a clínica consiga provar conformidade quando for questionada.

O que o Método CRS entrega

Estruturação dos critérios da Res. 2.464/2026 e NT ANVISA 29/2024: kit correto, protocolo escrito por indicação, TCLE específico, rastreabilidade de lote e modelo econômico que sustenta a operação dentro da norma.

O que o Método CRS não é

Não é curso de como preparar PRP. Não ensinamos técnica clínica. A norma é clara que a indicação, aplicação e acompanhamento são atos médicos exclusivos — e assim permanecem.

Kit e insumos

Fim do tubo sem indicação

Mapeamento dos kits em uso, verificação de regularização na ANVISA para reinjeção e adequação à NT 29/2024. Orientação sobre fornecedores qualificados por indicação clínica.

Protocolo por indicação

Escrito, datado, rastreável

Um protocolo para cada uma das 4 indicações autorizadas. Parâmetros de centrifugação, volume, tempo de espera e critérios de qualidade do produto final — conforme NT 29/2024, item 5.

TCLE específico

Fim do consentimento genérico

Um TCLE para cada indicação — com os benefícios esperados baseados em evidências reais, limitações científicas, riscos específicos e alternativas terapêuticas. O documento que sustenta a defesa ética do médico.

Rastreabilidade e modelo econômico

Rastro completo · Precificação viável

Sistema de registro de lote, processamento e evolução em prontuário. E como precificar o kit regularizado — que custa substancialmente mais que o tubo genérico — sem perder o paciente.

O que a clínica recebe

6 documentos formais.
O que apresentar quando questionado.

Personalizados para a realidade e as indicações da sua clínica. Nenhum genérico. Nenhum template que serve para qualquer um.

D

Diagnóstico regulatório

Mapeamento do que a clínica tem e do que falta conforme Res. 2.464/2026 e NT ANVISA 29/2024. Entregue mesmo sem contratar o programa.

M

Mapa por indicação

O que é autorizado em cada uma das 4 indicações. O que está fora do escopo, como documentar uso fora das 4 indicações e mapa de fornecedores qualificados.

P

Protocolo por indicação

Um protocolo escrito para cada indicação — com parâmetros de processamento, rastreabilidade de lote e, para discopatia lombar, protocolo específico hospitalar.

T

TCLE por indicação

Benefícios esperados baseados em evidências, limitações científicas reais, riscos e alternativas — específico para cada indicação. Fim do TCLE genérico único.

E

Modelo de precificação

Como cobrar o kit regularizado e comunicar o diferencial ao paciente. Como sustentar a operação dentro da norma sem comprometer a viabilidade econômica.

G

Guia de comunicação

O que pode ser dito em site, redes e consultório — por indicação. A norma proíbe prometer cura ou resultado garantido. O guia define o limite operacional.

O programa

Até 30 dias.
2 reuniões. Dossiê que prova conformidade.

01
Semana 1

Diagnóstico

  • Mapeamento das exposições reais
  • Verificação dos kits em uso
  • Avaliação dos TCLEs existentes
  • Escopo personalizado
02
Semanas 2–3

Estruturação

  • Protocolos por indicação
  • TCLEs específicos
  • Sistema de rastreabilidade de lote
  • Adequação de kit ANVISA
03
Semana 3–4

Implantação

  • Modelo de precificação
  • Guia de comunicação
  • Reunião de revisão — call ou presencial
04
Semana 4

Entrega

  • Reunião final de handover
  • Dossiê regulatório — seus, para sempre
  • Suporte pós-programa
Diagnóstico gratuito · 3 minutos

Sua clínica está dentro do novo escopo?
Descubra agora.

Diagnóstico CRS · 3 de 10 30%
O kit usado para coletar e processar o PRP na sua clínica tem registro na ANVISA com indicação específica de reinjeção — conforme a NT 29/2024?

10 perguntas. Resultado imediato.

Kit, protocolo, TCLE, rastreabilidade, comunicação. Os cinco pontos que a norma exige e o quiz mapeia na sua clínica.

Resultado com penalidades aplicáveis

Cada lacuna identificada corresponde a uma exposição real — processo ético, civil, sanitário ou perda de credenciamento. O resultado mostra qual.

Sem cadastro obrigatório

O resultado é imediato. O PDF com o relatório completo é enviado por e-mail, opcionalmente.

Investimento

Diagnóstico primeiro.
A clínica decide com clareza.

Programa CRS

A partir de · até 3 médicos *
R$ 15.000

Programa CRS · Médio

4 a 6 médicos
R$ 22.000

Centro Especializado

7+ médicos
R$ 30.000
* Programa para clínicas com até 3 médicos. Valor sob consulta para clínicas maiores. Pagamento: 50% início · 50% entrega.
Potencial de receita estruturada por cenário
CenárioSessões/mêsTicket médioAnual
Conservador4R$ 4.500R$ 216k
Realista10R$ 8.000R$ 960k
Otimista20R$ 15.000R$ 3,6M
Clínica com kit correto, protocolo documentado e TCLE específico cobra com segurança e sustenta o modelo econômico da operação dentro da norma. Clínica que opera com tubo de R$10 cobra menos — e está exposta mais.
Por que a Trusty

Experiência de mercado.
Não teoria.

Fernando S. Maciel — Fundador Trusty Surgical

Fernando S. Maciel

Fundador · Trusty Surgical

A Trusty Surgical não construiu o Método CRS a partir de teoria regulatória. Nasceu de 20 anos operando dentro do mercado médico-hospitalar — com os mesmos obstáculos que sua clínica enfrenta. Ex-executivo Stryker, importador de tecnologias regenerativas, operações em 11 países.

20anos
Setor médico-hospitalarOperador dentro do mercado — não observador externo. As barreiras do sistema são conhecidas de dentro.
PRP
Para
Todos
Livro publicado · 2025ISBN 9786501920276 · Manifesto sobre as barreiras regulatórias do sistema de saúde brasileiro para a medicina regenerativa.
CFM
ANVISA
Regulação de campoRes. CFM 2.464/2026 e NT ANVISA 29/2024 aplicadas em operação real — não apostila. Cada exigência do Método CRS foi vivida antes de ser ensinada.
Próximo passo

Diagnóstico.
30 minutos. Sem custo.

01

Quiz online — 3 minutos

Kit, protocolo, TCLE, rastreabilidade e comunicação. Resultado imediato com exposição mapeada.

02

Diagnóstico presencial — 30 min

Fernando analisa os documentos reais da clínica. Relatório com grau de exposição e plano de ação.

03

Proposta personalizada

Em até 48h · com escopo, cronograma e valor exato para a realidade da clínica.

04

Até 30 dias · Dossiê completo

Protocolo por indicação, TCLE específico, rastreabilidade e precificação — 2 reuniões, call ou presencial.

📱
(11) 97555-9050 · WhatsApp
fernando@trustysurgical.com.br
Diagnóstico gratuito online
Fernando Santos Maciel

Fundador · Trusty Surgical · Ex-Stryker · Autor · PRP Para Todos (ISBN 9786501920276) · 20 anos de setor médico-hospitalar · Operações em 11 países

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